Coca-Cola compra marca de sucos Ades por US$ 575 milhões

coca
A Coca-Cola e a engarrafadora mexicana Coca-Cola Femsa anunciaram nesta quarta-feira, 1, a compra da marca de bebidas Ades, da Unilever, por US$ 575 milhões.

Fundada em 1988 na Argentina, a Ades é tida como a principal marca de bebidas à base de soja da América Latina, com faturamento de US$ 284 milhões (cerca de R$ 1,015 bilhão na cotação do dia). Metade desse montante vem da operação brasileira, onde esta presente desde 1996 e lidera a categoria de sucos prontos, com receita estimada em R$ 500 milhões.

Trata-se de um importante passo na estratégia da companhia americana, que trabalhar para posicionar seu portfólio para além das bebidas gasosas. A estratégia da Coca-Cola é investir em produtos considerados mais saudáveis para ampliar sua participação de mercado principalmente entre os consumidores mais jovens.

Além do País, o marca Ades é comercializado no México, na Argentina, no Uruguai, no Paraguai, na Bolívia, no Chile e na Colômbia. O negócio, agora, aguarda a aprovação dos órgãos reguladores.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20160601/coca-cola-compra-sucos-ades-por-575-milhoes/378900

Dicas para escolher um bom nome para sua empresa

direcao-dicas

A decisão por empreender traz muitas dúvidas: o que vender? Para quem? Com que preço? Mas, entre os primeiros dilemas há um que ganha disparadamente: a escolha do nome ou da marca para a empresa. Afinal, que caminho seguir?

A resposta para essa questão não é exata. Mas podemos dar algumas dicas para acertar na primeira escolha fundamental da sua empresa. Se avaliamos as marcas mais valiosas do mundo, como Apple e Google, por exemplo, é possível perceber que não dizem muita informação, mas trazem algo em comum: a simplicidade, tanto no uso de uma palavra única, fácil de falar e escrever, como na identidade visual.

Claro que você pode escolher o seu sobrenome ou fazer uma homenagem a algum parente, mas isso fará sentido apenas para a sua família e não para o mercado e os clientes que você deseja conquistar. Então, liste nomes que transmitam o que você busca comercializar! Claro que se falarmos de consultoria, advocacia e outros serviços prestados por profissionais autônomos, vale usar o nome e sobrenome, sim, pois são negócios ancorados na reputação e conhecimento dos sócios. Nesse caso, a marca é você.

Além de pensar em simplicidade, outra dica é avaliar os planos de crescimento. Deseja vender fora do Brasil também? Então, vale a pena desenvolver sugestões de nomes e marcas que consigam ser lidos, entendidos e falados em outros países.

Ao listar os nomes que mais agradam, faça uma rápida pesquisa para ver se já não são usados em outros negócios, nomes de cidades, nichos diferentes do mercado etc. Busque ser exclusivo!

Depois de escolhido o nome, pense em uma frase que diga o que a sua empresa faz e nos seus diferenciais. Esse posicionamento pode e deve ser usado juntamente com a marca, para reforçar os atributos da empresa.

Tudo isso resolvido chega a hora de desenvolver a identidade visual, com uma logomarca também simples, que possa ser usada com o nome em qualquer tipo de superfície (como fachadas, placas, embalagens, e-mail marketing etc.), independentemente da cor, e que possa ser aplicada verticalmente e na horizontal (lembre-se que o topo do seu site e as páginas no YouTube e Facebook pedem tamanhos diferentes e a sua marca precisa funcionar nessas vitrines).

Em todos os casos, escolhido o nome e desenhada a marca, registre tudo no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial – para que, de fato, a marca seja de sua propriedade e outras empresas não possam usar.

Mais que a escolha da marca, o importante é como você vai construí-la. Cuide do nome da sua empresa como um dos maiores ativos que você tem. Aplique a marca corretamente, para garantir que os clientes irão percebê-la sempre da melhor forma, faça campanhas, invista em papelaria, site, páginas nas redes sociais, embalagens e no que mais puder para divulgar a sua marca e boas vendas!

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/dicas-para-escolher-um-bom-nome-para-sua-empresa

Samsung registra patente de smartphone dobrável

A fabricante sul-coreana já tinha solicitado o registro da patente de telefones dobráveis em novembro de 2015, mas só agora os documentos caíram na web. A expectativa inicial é de que, no futuro, a empresa utilize a tecnologia em algum modelo da linha Galaxy.

A imagem abaixo revela que o telefone seria capaz de dobrar ao meio, revelando a conexão para o carregador e demais acessórios, como os docks:
direcao-blog

Pelo visto, pelo menos levando em conta as imagens da patente, não será possível utilizar o aparelho enquanto carrega, já que a tela terá que ficar dobrada para conseguir conectar o carregador. Como se trata apenas de um conceito inicial, sem dúvidas a Samsung deve revisar o projeto antes de lançar algum aparelho com esse tipo de limitação no mercado.

Perceba na imagem abaixo como o possível Galaxy do futuro conseguiria dobrar totalmente com o conceito da Samsung. A patente também revela uma tela ligeiramente curva, similar à utilizada pela LG na linha de aparelhos G Flex:
direcao-blog1

Ainda não dá para afirmar que algum dia veremos um Galaxy dobrável no mercado, mas parece que o projeto está realmente nos planos da Samsung para o futuro. De qualquer forma, se a empresa não lançar o seu próprio smartphone deste tipo, ela com certeza terá muitas batalhas por patente caso algum concorrente o faça.

Fonte: http://canaltech.com.br/noticia/samsung/samsung-registra-patente-de-smartphone-dobravel-67985/.

“Tirei meu filho da faculdade”, lamenta corretor processado por Roberto Carlos

Sujeito a multa diária de R$ 1 mil, Roberto Carlos Vieira é processado por usar nome próprio em corretora de imóveis

Roberto Carlos entrou com processo contra um corretor de imóveis homônimo de Vila Velha, no Espírito Santo. O cantor exije que Roberto Carlos Vieira, de 55 anos, altere o nome de seu estabelecimento comercial, exatamente o mesmo do Rei. Ele deu entrada no processo em 2014 na 15ª Vara Cível de São Paulo, por meio da Editora Musical Amigos LTDA, da qual é dono.

Roberto Carlos registrou seu nome composto como marca própria, o que legalmente inviabiliza o uso do nome em qualquer estabelecimento comercial no país. Caso a determinação não seja cumprida, Roberto Carlos Vieira terá que pagar uma multa diária no valor de R$ 1 mil.

Ao iG, Vieira afirmou que não consegue arcar com as despesas da multa, que somam R$ 30 mil mensais, e disse que irá recorrer da decisão na justiça. “Eu nunca atrapalhei a vida dele. Sou corretor de imóveis há oito anos e só usei o meu próprio nome para tocar o negócio, como é de costume no mercado imobiliário. Fiz tudo de forma lícita”, disse.

Corretor autônomo, Roberto conta que passou a trabalhar para terceiros depois de receber a notificação do cantor. “Tive uma queda brusca de rendimento depois do processo. Eu fiquei muito surpreso. Meu nome não é uma homenagem a ele, e sim ao meu pai. Acho tudo isso injusto, é um cara com um poder muito grande contra mim”.

Sobre o prejuízo, ele lamenta. “Não estou falido, mas é uma situação muito complicada. Tem coisas que você não consegue mensurar. Tive que tirar meu filho da faculdade, meu casamento foi desfeito, cortei muita coisa. São oito anos de uma carreira profissional desvalorizados”, declarou.

fonte : http://gente.ig.com.br/2016-05-10/roberto-carlos-processa-corretor-de-imoveis-homonimo-que-fecha-as-portas.html

Os 3 países da América Latina na lista negra da pirataria internacional

Três países latino-americanos apareceram na “lista negra” de uma organização governamental americana.

A Agência de Comércio Exterior dos Estados Unidos divulgou, no fim de abril, o Relatório Especial 301, sobre as violações de direitos de propriedade intelectual e patentes no mundo todo em mercados variados como o de entretenimento e de fármacos.

O documento traz uma “lista negra” com os 11 países que mais pirateiam produtos e uma segunda com aqueles que precisam ser “vigiados”. Três países latino-americanos aparecem na primeira relação: Argentina, Chile e Venezuela.

O Brasil figura na lista dos que precisam ser vigiados, ao lado de outros dez países da região e do Caribe: Barbados, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Guatemala, Jamaica, México e Peru.

O relatório ressalta, no entanto, que nos últimos dois anos foram tomadas medidas importantes no Brasil contra sites de pirataria.

“Permanecem preocupantes os altos níveis de falsificação e pirataria”, destaca o documento, para o qual é preciso maior “ênfase na região da tríplice fronteira e a aplicações de penas mais duras” contra violações de propriedade intelectual.

Oposição da Venezuela diz ter assinaturas para tirar Maduro da Presidência

“Os Estados Unidos também continuam preocupados com os persistentes e longos atrasos na análise de patentes e marcas, com uma duração média de três anos para marcas e de 11 anos para patentes”, afirma o organismo, que aponta haver problemas também no mercado farmacêutico.

“Enquanto as leis e regulamentações brasileiras protegem produtos veterinários e agrícolas contra usos comerciais indevidos, a mesma proteção não é dada para produtos farmacêuticos. Uma forte proteção para detentores de direitos no país e no exterior são um ponto crítico para que negócios invistam em inovações no futuro no Brasil.”

Visão ‘unilateral’

Estar na lista não significa correr algum risco de sofrer sanções dos Estados Unidos, mas serve como um alerta para que as nações listadas se esforcem mais na luta contra a pirataria, ainda que os próprios países não concordem com isso.

O relatório reconhece, por exemplo, que o Chile deu passos importantes para “reduzir o tempo necessário para registrar uma patente e melhorou as ações de proteção intelectual”, além de ter reduzido a “taxa de uso de programas de computador piratas”, mas manteve o país na “lista negra”.

Entre outros motivos, são mencionados os decodificadores piratas, aparelhos baratos que permitem acessar canais de TV a cabo, inclusive em alta definição.

Após o documento ser divulgado, a Direção Geral de Relações Econômicas Internacional da Chancelaria do Chile publicou um comunicado em que aponta uma visão “unilateral” do direito de propriedade intelectual no país.

Segundo a chancelaria chilena, ao longo dos últimos anos, o país criou “um sistema de propriedade intelectual balanceado entre os interesses dos criadores e da sociedade”, que cumpre o “duplo objetivo de fomentar a inovação e garantir o devido acesso ao conhecimento, à cultura e aos medicamentos por toda a população”.

Feira de produtos falsificados

O relatório também aponta que a Argentina “segue apresentando uma série de deficiências conhecidas há tempos na proteção dos direitos de propriedade intelectual”.

O organismo destaca, por exemplo, a falta de uma proteção adequada para patentes farmacêuticas, biotecnológicas e químicas agropecuárias e ressalta o crescimento da feira La Salada, em Buenos Aires, onde são vendidos produtos “falsificados e pirateados”.

“A pirataria na internet é uma preocupação crescente”, acrescenta o documento. “As taxas se aproximam de 100% em diversas áreas de conteúdo.”

Venezuela: inflação e escassez de alimentos fazem população comer menos e de forma menos balanceada

Fernando Tomeo, advogado argentino especializado em Direito e Novas Tecnologias, reconhece que a lei de propriedade intelectual do país é “muito antiga”.

Criada em 1933, a legislação atual precisa de “uma reforma que contemple as novas tecnologias de informação”, diz Tomeo.

No entanto, o advogado considera que as autoridades, a polícia e os juízes “têm investigado e acabado” com os grandes provedores de conteúdo online ilegal com sede na Argentina.

‘Ambiguidade legal’

Entre os países da lista negra, a Venezuela é o que está na pior situação. Sua permanência no ranking se deve à ausência de “esforços aparentes” e à “falta de um sistema eficaz” para fazer frente à ampla pirataria e falsificação existentes no país, indica o Relatório Especial 301.

Em especial, o documento destaca a “ambiguidade legal” em relação às patentes farmacêuticas, à aprovação de marcas “similares ou quase idênticas” a marcas já registradas e, inclusive, à projeção de filmes piratas em cinemas, entre outros exemplos.

O Brasil permaneceu entre os países a serem observados, apesar do relatório ressaltar que nos últimos dois anos foram tomadas medidas importantes contra sites de pirataria.

“Permanecem preocupantes os altos níveis de falsificação e pirataria”, destaca o documento, para o qual é preciso maior “ênfase na região da tríplice fronteira e a aplicações de penas mais duras” contra violações de propriedade intelectual.

“Os Estados Unidos também continuam preocupados com os persistentes e longos atrasos na análise de patentes e marcas, com uma duração média de três anos para marcas e de 11 anos para patentes”, afirma o organismo, que aponta haver problemas também no mercado farmacêutico.

“Enquanto as leis e regulamentações brasileiras protegem produtos veterinários e agrícolas contra usos comerciais indevidos, a mesma proteção não é dada para produtos farmacêuticos. Uma forte proteção para detentores de direitos no país e no exterior são um ponto crítico para que negócios invistam em inovações no futuro no Brasil.”

Fonte:http://noticias.r7.com/internacional/os-3-paises-da-america-latina-na-lista-negra-da-pirataria-internacional-04052016

Propriedade Intelectual Angola

O Executivo angolano vai proteger marcas e patentes de inventores angolanos, no âmbito de políticas de promoção, estudo e desenvolvimento de matérias ligadas à propriedade industrial, em Luanda, a ministra da Indústria.

Bernarda Martins, que falava na a­bertura da “Ação de Formação  em Propriedade Industrial”, disse ser preocupação do Executivo criar mecanismos de proteção legal, de modo consistente e generalizado, de um conjunto de bens jurídicos, produto de pensamento humano, bem como de obras de engenho, criações industriais e sinais distintivos.
A ministra considerou que o investimento na pesquisa e inovação tecnológica é a chave de desenvolvimento de um país, “por isso, precisa de proteção jurídica, para reverter-se em ganhos econômicos”.
Bernarda Martins sublinhou que a baixa do preço de petróleo no mercado internacional está a reestruturar o sistema de propriedade industrial de forma oportuna, “no sentido de estimular a inovação e a capacidade inventiva nacional, promover a expansão do comércio e ampla difusão da tecnologia”.

O Instituto Angolano de Propriedade Industrial (IAPI) realiza, desde ontem e até quinta-feira, uma formação dos quadros que lidam com matérias referentes à propriedade industrial. Constam na lista de matérias ligadas à propriedade industrial marcas, patentes de invenção, modelos de utilidade e desenhos, sinais distintivos do comércio, denominações de origem e recompensas.
Angola, enquanto Estado-membro da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), solicitou apoio a este órgão internacional para capacitar técnicos nacionais. A formação tem como objetivo fornecer aos participantes conhecimentos sobre o sistema de propriedade industrial e as várias modalidades utilizadas para a recolha a informação técnica necessária para melhorar e acelerar a tramitação de procedimentos.
A proteção da patente visa tanto as criações novas como os aperfeiçoamentos das já existentes.

As patentes protegem as invenções, e a invenção pode ser definida como uma nova solução para um problema técnico. “É um acordo entre o público e o inventor”, elucida o manual de estudo da formação. O Instituto Angolano de Propriedade Industrial promove o registo e a proteção da Propriedade Industrial, invenções modelos e desenhos industriais, marcas, nomes e insígnias, recompensas e indicações geográficas, como estímulo à criatividade da economia, através da criação de novos produtos para a indústria e serviços e promove a criação de postos de trabalho.

Polaroid acusa GoPro de infração de patente

A Polaroid decidiu processar a GoPro considerando que violou uma de suas patentes em seus produtos.

Segundo expõe CNBC, a Polaroid entende que a câmera Hero4 Sessão GoPro viola uma de suas patentes, por isso vai exigir uma indenização em tribunais norte-americanos.

Especificamente, firme demanda C & A Marketing, empresa que detém os direitos de patente da Polaroid e eles acreditam ter violado concepção da câmara de chamada Polaroid Cube em relação à sua forma quadrada.

Portanto, C & A Marketing GoPro exige que a compensação com todos os benefícios que recolhe com o seu produto até agora e no futuro, bem como os juros e custos do processo judicial. Perante isto, a partir GoPro eles afirmam que o seu projecto é anterior ao lançamento da câmera Polaroid Cube há 18 meses e ainda não recebeu desvantagens para registrar a patente na União Europeia e nos Estados Unidos.

Nova patente Google para carros

A Google pode ter feito já diversos avanços no desenvolvimento da futura tecnologia carros autônomos, mas isso não significa que eles não continuem sempre tentando encontrar novas e melhores soluções para o trânsito moderno. Uma patente recentemente publicado pela USPTO revela um conceito para uma ferramenta no carro que usa os movimentos do seu celular ou wearable para trabalhar, quer você seja o condutor ou passageiro.

Os principais motivos da Google para criar esta patente são a garantia da segurança rodoviária. Sabemos que muitos usuários querem acessar diversos recursos de seus telefones, tablets e etc, enqunato estão dirigindo. Sabemos também que diversas interações com esses dispositivos não são seguras e / ou são ilegais. A ideia é usar uma combinação de sensores de localização, e sensores de movimento para desativar certas funções em seus aparelhos.

O registro explica que o dispositivo pode utilizar sensores para detectar, em primeiro lugar o movimento do carro, e conferir se determinado aplicativo pode ser utilizável ou não. Mais importante do que isso é a capacidade de detectar quem é o motorista, é ele quem precisa efetivamente resguardar sua atenção e de fato isso é captado pelos sensores de movimento, um motorista tem de girar o volante, mexer com a marcha ou com o feio de e outra série de movimentos associados à condução de um veículo.

A ideia com a patente é ter um wearable ou celular que detecta esses tipos de movimentos, transmitindo as informações para que seus dispositivos restrinjam certas funções, como mensagens de texto ou navegação na web.

Tal como acontece com qualquer lista de patentes, é importante notar que ela não garante necessariamente que o Google irá construir e lançar esta ferramenta ao público. Portanto, não tenha muitas esperanças ainda, especialmente sendo algo que tira, toma o controle do usuário.

google

Sete patentes de assentos de avião assustadoras

Você sabe que o sentimento de grande felicidade que a experiência de finalmente sentar em sua poltrona no avião, atordoado pela emoção que vai servir pratos deliciosos no seu caminho para um destino exótico?

Nós também não.

E considerando que as companhias aéreas estão sob pressão para cortar tarifas e colocar mais e mais pessoas sem aumentar o espaço do habitáculo, em breve, os passageiros poderiam ser empilhados em cima uns dos outros … literalmente.

Airbus ofereceu um olhar arrepiante em que o futuro das viagens aéreas pode ser com uma patente que vê duas filas de bancos acomodados uma sobre a outra.

A patente afirma que o projeto “ainda dá ao passageiro um elevado nível de conforto” e os assentos reclinam 180 graus.

“Há muitas preocupações quando você aprecia este projeto, particularmente se os passageiros podem ou não ser capaz de evacuar em 90 segundos”, diz Mary Kirby, editor do site de notícias de aviação Runway Girl Network.

O período de tempo é uma exigência regulatória da Administração Federal da Aviação dos Estados Unidos.

Kirby acrescenta que o conceito não considera a passageiros com deficiência ou as mulheres grávidas que possam causar-lhes problemas escalada para o nível superior.

CNNExpansion

Ar Squat

Mas, pelo menos, com este modelo, na verdade, os passageiros serão assentados.

Não tanto com o chamado assento de sela, outra patente da Airbus, que iria forçá-los a assumir uma posição semi-cócoras durante o vôo.

O banco, que não pareceria fora de lugar em uma bicicleta, sem encosto de cabeça e com o apoio de volta também é limitado.

Designers não se iludem que este poderia proporcionar uma experiência de viagem agradável.

A patente afirma que o aumento no número de assentos é conseguida em comparação com o detrimento do conforto dos passageiros, mas oferece estas palavras de conforto: “Esta é ainda aceitável para os passageiros, enquanto que o voo dura apenas um ou alguns horas “.

CNNExpansion

No entanto, isso ainda é uma melhoria quando comparado com os espaços a permanecer completamente proposto por Michael O’Leary, Ryanair chefe alguns anos atrás.

O diretor-executivo da linha aérea do orçamento levou o simples conceito para um outro nível, sugerindo que os passageiros poderiam ser encaminhados para o seu destino sujeito a uma posição ereta por um preço que varia de US $ 6 a US $ 13.

Ryanair parece ter abandonado a ideia por agora.

“Não temos planos para testar ou introduzir voos pé”, um porta-voz disse à CNN.

CNNExpansion

Contato visual direto

Aqueles para quem flying significa perder em um livro ou um filme enquanto educadamente ignorar seus vizinhos provavelmente não vai apreciar os projetos de Zodiac Assentos França.

Sua cabine Economy Class Hexagon  consiste de um quebra-cabeça assentos hermeticamente embalados alternando frente e para trás, o que torna difícil manter a regra número um para viagens em qualquer forma de transporte público … evite contato visual direto.

CNNExpansion

Para não ficar atrás, a Boeing apresentou a sua quota de excêntricos, como a patente “sistema de apoio para dormir na posição vertical”.

Sua finalidade é ajudar os passageiros para descansar durante o vôo para permitir dormir inclinado frente para verticalmente  sobre uma almofada com um buraco para acomodar os olhos, nariz e boca.

Outra suporta a almofada de mama e ambos são implantados de uma mochila ligado ao assento.

Os passageiros poderiam, no entanto, corre o risco de enjoos, como se tivessem álcool durante o vôo.

CNNExpansion

Tudo está em sua cabeça?

Se a dura realidade do transporte aéreo é demais para você, por que não escapar de seus arredores, com a ajuda de um capacete sensorial?

Capacetes patenteadas pelos passageiros da Airbus poderia isolar o som, visão, olfato, ou três coisas ao mesmo tempo, para uma boa viagem relaxante.

Presumivelmente, isso seria muito útil se a pessoa na frente de você é para baixo a parte de trás do seu assento e do bebê ao lado de você só teve um acidente.

Ciência ficção capacete se encaixam com a visão da empresa para a aeronave do futuro, o que poderia ser visto como uma rosquinha, se você conseguir Airbus chegou.

A patente de seus aviões com forma futurista parece como se o avião estava içando a massa popular na parte de trás, com um buraco no centro.

De acordo com a Airbus, essa configuração pode acomodar mais passageiros e pressão de cabine mais uniformemente distribuída.

Outlook (ir) reais

Os viajantes podem respirar um suspiro de alívio quando se trata de algumas das patentes mais selvagem … é provável que estes nunca verá a luz do dia.

Airbus diz que seu mais recente projeto de cadeiras empilhadas é apenas uma das várias centenas a cada ano eles publicam.

“Fazemos isso para proteger as nossas ideias, mas muitos deles são, na verdade, nunca se desenvolveu além do estágio de conceito”, diz Robert Gage, chefe de relações com a mídia da Airbus no Reino Unido.

“Isso tudo é parte da estratégia da propriedade intelectual em jogo … e fabricantes do assento estão tentando cobrir aeronaves para o futuro, que é incerto, e os futuros regulamentos, que também são incertos”, diz Mary Kirby.

No entanto, Kirby diz que a tendência de companhias aéreas como para deixar os seus serviços a um mínimo, ir contra o que os viajantes aceitam.

“Os passageiros estão começando a expressar mais”, diz ela. “Na verdade, você quer saber quando o momento crítico chegará e torna-se tão desconfortável que realmente vai haver uma reação séria.”

Patentes e armazenamento na nuvem

Você já teve sua casa, escritório ou empresa invadida? Se não teve essa horrível experiência, já ouviu alguém comentar sobre as causas que levaram ao fato. Falta de alarme no local, fechadura frágil, falta de arame farpado, portão baixo, etc. A falta de preocupação com a segurança fez com que a empresa roubada se tornasse alvo para os bandidos.

Na internet as coisas funcionam da mesma forma. Muitas vezes me perguntam: é verdade que na nuvem meus documentos ficarão mais seguros do que se os armazenasse em um servidor local físico? Eu respondo que depende do tipo de segurança que você disponibiliza para guardar esses documentos. Na internet, como em qualquer outro local, seus documentos estão vulneráveis. Eles podem sim ser invadidos e danificados ou roubados. O ideal é que seus documentos sejam monitorados por  um profissional especializado em segurança, seja na internet ou em casa. Porém o que posso afirmar é que será mais fácil invadir o que tiver menos segurança.

Levar documentos para nuvem está cada vez mais seguro. Explico. Armazenar dados sem ter espaço em servidor físico parecia antes impossível, mas muita coisa mudou. Hoje, a nuvem, ou cloud computing, está ganhando cada vez mais adeptos por custo e usabilidade facilitada. Por isso a demanda aumentou e sugiram mais especializados em proteger este conteúdo na rede. Servidores dedicados, ter senhas eficientes, softwares atualizados e ferramentas de defesa como firewalls, todas essas são medidas que vão garantir que os documentos importantes de sua empresa tenham a segurança necessária, quando feito por uma equipe profissional e qualificada.

Como, atualmente, inovações são lançadas a todo tempo, o trabalho de segurança também deve, constantemente, evoluir. Criminosos virtuais estão sempre dispostos a quebrar protocolos de segurança, espalhar softwares maliciosos e criar maneiras de invadir provedores. Os profissionais de TI estão sempre buscando conhecimento para lutar contra todas as ameaças virtuais.

A legislação é outro fator que contribui para se garantir a segurança na internet. No Brasil não há nenhuma lei específica sobre o assunto. Mas algumas leis como a de Marcas e Patentes, de Software e de Direitos Autorais são entendidas como aplicáveis às questões do cloud computing. Existem tratados internacionais sobre o assunto como o de Paris, onde o Brasil é signatário. Assim, caso alguém viole a segurança dos dados e consiga ter acesso a eles, estariam sujeitos a essas leis. O Marco Civil da Internet, aprovado ano passado, trouxe diversos benefícios quando o assunto é segurança na internet.

Bom, o fato é que precisamos ter em mente que o armazenamento em nuvem veio para contribuir com os donos de empresas que necessitam guardar seus documentos por 5 ou 20 anos de forma segura e escalável. Empresas especializadas sempre vão poder proteger seus documentos da forma mais eficiente possível.